Saltar para o conteúdo
04/02/2026
  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • VK
  • YouTube
  • Instagram
Sétima Hora

Sétima Hora

A Notícia no seu tempo

Menu principal
  • PÁGINAS
    • Política
      • Grid with Full
      • Full Layout
    • 2 Column Grid with Full
    • 3 Column Grid
    • 4 Column Grid
    • Grid Tile Layout
    • Grid Alternative Layout
    • List Layout
    • Alternative List
    • List Right Layout
    • Full Title Below Image
    • Full Title Above Image
    • Full Title Over Image
    • 2 Column Masonry Layout
  • Main Banners
    • Main Banner Carousel
    • Main Banner-Trending
    • Trending-Main Banner-Editor
    • Tab-Main Banner
    • Free
      • Order 1
      • Order 2
      • Order 3
      • Order 4
    • Pro
      • Default
      • Main Banner-Tabbed-Editor
      • Main Banner – Editor- Trending
      • Main Banner-Tabbed- Trending
      • Main Banner-Trending-Editor
  • Single Pages
  • RADIO WEB
    • Rádio Sétima Hora
    • Youtube Sétima Hora
    • Podcast Sétima Hora
  • Páginas
    • Política
    • Mundo
    • Educação
    • Tech Blog
    • Economia
    • Rádio Sétima Hora Web
    • Paraná
      • Capital
      • Municípios
    • Pro
      • Broadnews Pro
      • Sport Pro
      • Fashion Pro
      • Classic Pro
      • Arabic News Pro
      • Chinese News Pro
  • Upgrade
YouTube
  • Início
  • Noticias
  • Em áudios, juízes do TJ-TO se queixam de propina parcelada, diz PF
  • Brasil
  • Noticias

Em áudios, juízes do TJ-TO se queixam de propina parcelada, diz PF

3 minutos lidos

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

NotíciasAOminuto

A Polícia Federal (PF) afirma, em representação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que encontrou áudios que mostram a “insatisfação” de magistrados suspeitos de integrar um esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Tocantins com pagamentos de propina feitos de forma fracionada e demorada. Os áudios foram classificados como “estarrecedores” pelos investigadores.

Imagem: Reprodução

Operação

Os magistrados investigados são alvo da Operação Máximus, desencadeada no dia 23 de agosto. Por ordem do ministro João Otávio Noronha, do STJ, a PF cumpriu dois mandados de prisão preventiva e fez buscas em 60 endereços no Tocantins, em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. Os agentes vasculharam dependências do Tribunal de Justiça do Estado.

Siga o Sétima Hora no Instagram

Quando a operação foi aberta, a Corte do Tocantins informou que repassou todas as informações necessárias à PF.

As transcrições e detalhes dos áudios constam da representação que a PF levou ao STJ pela abertura da operação. Na ocasião, foi preso Thales André Pereira Maia, filho do desembargador Helvécio de Brito Maia Neto – também investigado no inquérito. Na última sexta-feira, o STJ mandou soltar Thales Maia.

Maia Neto está afastado de suas funções. Também são alvo da investigação as desembargadoras Etelvina Maria Sampaio Felipe, presidente da Corte, e Angela Maria Ribeiro Prudente.

Nos áudios captados pela PF, em uma conversa entre Thales Maia e outro investigado, os investigadores afirmam que “percebe-se que os membros do Poder Judiciário estavam insatisfeitos com os pagamentos da suposta propina de forma fracionada, inclusive, com a demora em pagá-los”. O caso em questão envolve os interesses de uma mineradora.

Anônima

O inquérito da Operação Máximus teve início com uma denúncia anônima. A PF foi a campo e relata ter achado indícios de corrupção em diversos processos – entre eles o da mineradora – com comprovantes de pagamento de suposta propina e áudios de investigados.

Segundo a corporação, as gravações “demonstram de forma clara que a organização criminosa sob suspeita atua de forma orquestrada para garantir interesses espúrios no Tribunal de Justiça do Tocantins”.

O Estadão pediu manifestação dos desembargadores via assessoria de imprensa do TJ, mas a Corte não havia respondido até a noite de ontem.

Etelvina Felipe, porém, disse, em nota, que recebeu com “indignação e repúdio o indevido envolvimento” de seu nome na operação. Ela negou qualquer irregularidade. A nota diz que a desembargadora “repudia de forma veemente todas as ilações, narrativas e suposições indevidas e fantasiosas envolvendo o seu nome, com a intenção malévola de agredir sua honra e apagar sua história”.

Sobre o autor

Administrator

Visite o site Ver todas as postagens

Like this:

Like Loading...

Related

Compartilhar

Navegação de artigos

Anterior: Copom decide nesta quarta se eleva juros básicos da economia
Próximo: Eleições – Pesquisa Quaest aponta cenário apertado na disputa por SP

Publicações Recentes

Alep
  • Capital
  • Paraná

Deputados paranaenses retomam trabalhos em ano eleitoral

0
pix
  • Economia
  • Noticias

Pix, novas regras de segurança entram em vigor; veja mudanças

0
Paqueta
  • Brasileirão
  • Esportes

Paquetá lamenta estreia no Flamengo com vice da Super Copa

0
verao maior
  • Municípios
  • Paraná

Verão Maior – Postos fixos realizam milhares de atendimentos

0

Categories

  • Brasil
  • Brasileirão
  • Campeonatos Regionais
  • Canal Eduzin_aa
  • Capital
  • Copa do Brasil
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Estilo de Vida
  • Famosos
  • Fé e Oração
  • Libertadores
  • Mundial de Clubes
  • Mundo
  • Mundo Digital
  • Municípios
  • Negócios
  • Noticias
  • Paraná
  • Podcast
  • Politica
  • Quem Somos
  • Radio Web
  • Saúde
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
  • Videos

Tags Mais Acessadas:

#acidente #argentina #bacen #bolsonaro #brasil #brasileirão #cascavel #chuvas #Copa do Brasil #corinthians #curitiba #drogas #economia #eleições #estados Unidos #final #flamengo #futebol #libertadores #londrina #lula #luto #maringa #Maringá #morte #mortes #Mundo #palmeiras #paraná #pcpr #PF #pix #pmpr #Policia Federal #política #prf #prisão #Rio de Janeiro #santos #saude #selic #stf #São Paulo #trump #venezuela

Copyright © todos os direitos reservados | MoreNews por AF themes.
%d